Acabei de assistir agora o filme Medianeras, um filme argentino de de 2011.





O filme conta um momento na vida de Martin e Mariana. Martin é um cara que mora sozinho abandonado pela namorada, um cara cheio de problemas (problemas que compartilho com ele e que muitos caras devem ter na vida de trabalho/cidade grande). A Mariana é uma moça que terminou um relacionamento de quatro anos e voltou a morar sozinha, e tem problemas para iniciar um novo relacionamento. São dois malucos, malucos normais de hoje em dia.




A história nos mostra que eles precisam um do outro, mas numa cidade grande a probabilidade das pessoas se encontrarem é ínfima, como achar o Wally em um outdoor pintado numa medianera.

Alias, qual a palavra em português para medianera? Medianera é aquela parede dos prédios que é construída no limite do terreno então não tem janelas, em São Paulo deve haver algum lei atual que impede a construção de prédios que cheguem até o limite do terreno pois não vemos mais isso por aqui. Em Buenos Aires, onde o filme se passa, é bem comum e bastante utilizado para publicidade. Em inglês o nome do filme é Sidewall, em portugês realmente não sei se temos a palavra certa.




Outra coisa muito legal do filme, a trilha sonora. Pelo que reparei ela é inexistente, tem até um momento que uma personagem pergunta para o Martin como ele escolhe que música ouvir entre as milhares que ele tem e ele vai escolher uma, mas não escutamos. Em vários momentos vemos na rua as pessoas de fone de ouvido e não escutamos o que estão ouvindo como realmente acontece hoje em dia; as pessoas cada vez mais se isolam no seu mundinho. Mas há momentos que há música e ela é importante, uma música no rádio, a música do piano do vizinho. Realmente a trilha está de parabéns no filme.
Obrigado Lila.
O Golpe do Bastão
golpe aplicado por estelionatários causa sofrimento a vitimas.
Há um novo golpe ainda não conhecido por muitas pessoas mas que já causa transtornos as vítimas. Assim como golpes em que pessoas na ilusão de ganhar alguma vantagem, como compra de bilhetes premiados, compra do viaduto do chá ou de uma lanche natural sem clorofórmios, os golpistas tiram proveito da ingenuidade de alguns indivíduos como o senhor Juan Carlo.
Juan Carlo em 2008 conheceu Karianery através de um web sítio na rede mundial de computadores, a internet, onde ocorrem de forma arbitrária e sem fiscalização escambo de bens sem origem confirmada. Após breve negociação de uma pequena resma de papel impresso, Juan Carlo manteve contato com Karianery, “foi o principio do fim” afirma Juan. Durante os anos seguintes formou-se uma amizade, uma amizade quase real. Juan Carlos chegou a visitar a estelionatária, que o levou a iniciar a prática de uma arte de guerra, ou arte marcial, para que pudesse aplicar o golpe; “comecei a treinar, me esforcei, fiz exames de faixa”, Juan se exauriu em treinamentos até o ponto em de Karianery pode então jogar sua isca.
Ao atingir a terceira faixa, a de coloração laranja, Karianey ofereceu a Juan uma oportunidade de realizar um excelente negócio. Ele poderia adiqüirir um bastão de madeira indígena preservada pela tribo de um grande mestre armeiro, “achei incrível, não poderia deixar de perder essa oportunidade”. E então o golpe é aplicado.
Foi solicitado a vitima que fizesse em nome de Karianery um depósito no valor total de R$50,00 (cincoenta reais do Brasil), Juan sem duvidar a idoneidade de sua “amiga” efetuou o depósito no valor total, desfalcando sua suada economia obtida do esforço de seu trabalho de sol a sol; “era um ótimo negócio”.
Após o deposito Juan perdeu o contato com Karianery, ligava em seu número mas sempre caia na central da TELESP, “Comecei a estranhar tudo aquilo, TELESP?”. Depois de meses sem contato, ao se endividar e sendo despejado, procurou ajuda das autoridades.
A autoridade ao receber a descrição de Karianery logo viu que se tratava de um golpe de grandes proporções, “vimos que tinhamos um peixe grande nas mãos, positivo” afirma a autoridade.
Hoje Juan ainda busca por justiça, “tudo que eu quero é justiça, quero que ela pague pelo que fez, por trair minha confiança”. Karianery que mantém uma aparência jovem (as vezes enganando funcionários da TELESP) é hoje procurada pelas autoridades nacionais, mas nossa reportagem investigativa localizou uma provável localização do local onde talvez esteja ela alocada. Em uma gravação feita de forma anônima mostra a estelionatária comentando de sua grande façanha ao aplicar o golpe do bastão:
_Foi fácil, mais fácil que comer azeitonas pretas. (diz Karianery)
_Você é massa. (acompanhante)
Com essas informações as autoridades buscam apoio das autoridades do local onde ela está alocada, “justiça”, pede a vitima.
Matéria de John Charles com apoio investigativo de K.
03121989
Acho que foi dia 08 de janeiro de 2008, estava a poucos dias trabalhando no colégio.
Fazendo qualquer coisa que não lembro, catalogando uns livros da coleção Pitanguá talvez. Então me apresentaram a minha colega de trabalho. Eu já a conhecia, e não a conhecia.
Antes das aulas começarem, trabalhamos juntos.
Foi um ótimo mês, pude conhece-la um pouco melhor. Descobrimos coisas em comum colamos muitos adesivos com códigos de barras e durex, rimos de muitas besteiras (o/<o), carregamos livros em carriola, um celular foi roubado e várias outras coisas (que fizemos, não que foram roubadas, nada mais foi roubado naquele ano).
Depois cada um ficou com seu horário. Eu manhã e ela noite.
Ela fazia cursinho de manhã e aproveitava a tranquilidade do trabalho para estudar a noite. Sempre que podia, eu passava lá para conversar, rir e até estudar um pouco. Alias esses momentos de estudo que me fizeram entrar nesse curso que parece que nunca mais vou sair.
Foi assim até o final do ano.
Nós dois paramos de trabalhar na escola, nós dois mudamos de cidade, nós dois começamos uma faculdade, nós dois nos tornamos um pouco mais adultos.
São Paulo não nos deixa mais ser tão próximos, mas ela é uma pessoa que sempre estarei ao lado, sempre.
Já são quase quatro anos, que sejam quarenta.
=]

Ontem tive um sábado muito bom.
Primeira coisa que fiz foi me cadastrar na AMEO, como prometi para minha amiga Marcella. Alias deixo aqui a recomendação para que qualquer pessoa se cadastre como doador de medula. Você vai lá preenche um cadastro e tira um tiquinho de sangue, se acharem alguém compatível que precisa de um transplante de medula, entram em contato para fazer exames para confirmar e você decide se quer doar.

Depois disso como combinado esperei meus amigos para almoçar, fomos num restaurante simples e comemos carne até passar mal, não satisfeito fui numa sorveteria ao lado tomar um chocolate quente. (nem tava com calor, só uns 30º…)

Voltamos para casa e ficamos morgando até poder voltar a abotoar a calça. Enquanto nosso sistema digestivo operava a todo vapor decidimos o que fazer a noite.
Meu amigo Mongolia, por sugestão de um outro amigo (amigo, amigo, amigo…) sugeriu uma peça de teatro. Essa peça merece algo a parte:
A peça se chama Setembro e é realizada pelos alunos formados na primeira turma de artes cênicas da UFSC. O tema é o atentado de 11 de setembro e as mudanças no mundo nesses 10 anos.
Não sou um crítico, não sou frequentador de teatro, sou apenas público. E o que posso dizer é que a peça foi incrível, me fez lembrar como me senti a 10 anos atrás, me mostrou cenas que me fizeram pensar, tudo foi muito bem executado, acho que nunca vou esquecer a cena onde a atriz canta a música desse post (que eu não conhecia). A cena de tortura de prisioneiros é mais crível que muito filme que já assisti, ver uma projeção de crianças de 10 anos falando sobre o atentado me mostrou como a ideia do terrorismo-arabe-islamico já está na nossa consciencia coletiva, e mais, muito mais…
Realmente aplaudo de pé quem tornou aquele espectáculo possível.
Depois dos alimentos para a barriga e para a cabeça, fomos assistir o UFC Rio no Bar Frangó que fica na freguesia do uuuuÓÓÓ. Que lugar legal, que coxinha boa. Se você gosta de cervejas lá também é muito bom, até eu fiquei com vontade de tomar alguma. Pena que não tinha um guardanapo personalizado para eu adicionar a minha coleção.
Conclusão, esse vigésimo sétimo dia do mês em homenagem a Caio Júlio César Otaviano Augusto do ano de 2011 do nosso calendário gregoriano superou expectativas.
Era uma vez…
Nos idos de 2010, houve uma abertura da grande empresa PETR4 o preço foi fixado em 26,30 vinténs por papel da digníssima empresa então nosso personagem, Johnnys Carlos, juntou seu vinténs que ficavam em baixo do seu colchão, e comprou 52 papeis da empresa:
_Senhor leiloeiro da BMF/Bovespa, me dá aí 52 papeis!
_Sim Ó jovem investidor!
Feliz com sua aquisição, mesmo em sua pequeneza, Johnnys voltou a sua colheita de CTRs, sempre de olho no valor de seus papeis. Logo após, uma semana depois ele viu seus papeis caírem para 24,30. Johnnys, um rapaz perspicaz logo tratou de dobrar sua quantia da papeis:
_Seu leiloeiro da BMF/Bovespa.
_Que?
_Me da mais 52 papeis?
_Tem dinheiro?
_Aqui é, troquei minha vaca por feijões e depois por dinheiro.
_Certo, então tó.
E Johnnys continuou sua luta do dia a dia, plantando sementes de CACS e ESCAIS, nesse tempo Johnnys consegui largar a vida do campo e foi trabalhar numa fábrica, sem nunca deixar de olhar o valor de seus valiosos 104 papéis.
Muito animado viu sua pequena fortuna valer 28,00 cada pedacinho, pensou consigo mesmo:
_Eu, num to a mó de precisar do dinheiro de volta agora então vou só ficar de “ôio” no preço.
E do NADA, sem noticia nenhuma, os papeis começaram a se desvalorizar, chegaram a 25,00! O que nosso admirável trabalhador fez? Vasculhou debaixo do seu colchão e pegou mais um dinheiro esquecido, e comprou 200 papeis:
_Ei, ó nobre leiloeiro da BMF/Bovespa, me venda 200 papeis.
_Pois não prezado investidor.
Johnnys aquele dia ficou feliz, aumentou seu patrimonio para 304 papeis, e voltou a olhar o preço, dia-a-dia. Surpreendentemente o preço continuou a cair!!! Johnnys sem acreditar pensou:
_Não, não, não posso perder isso, é uma chance!!!
Voltou ao leiloeiro já com parte do enchimento do colchão, depois de mais uma conversar com o leiloeiro da BMF/Bovespa conseguiu mais 200 papeis, ao preço de 24,00, agora Johnnys, pensou:
_Ah, mais que isso num cai, ta desvalorizado, é só regar e esperar crescer
Todo paquitão johnnys foi olhar a cotação de seus papeis, e mais uma vez tomou um susto! 22,95!!! O que eles fez? O que ele fez??chorou? bateu no leiloeiro? Não, ele pensou no preço médio e comprou mais 100 papeis. Juntou sua pequena resma num canto e fez um pacto com um facão aos pés do Jequitiba-Rei:
_Enquanto esse facão tiver fincado nos seus pés, não hei de comprar mais papeis, mas tb não hei de vender por menos de 24,70!
O Jequitiba-rei respondeu com sua voz grave e cheia de sabedoria:
_OK.
E assim Johnnys espreita o valor dos papéis todo dia, mas não comprará mais, até que que ele possa obter algum lucro, vendendo por mais de 24,70.
If I ride I will know the way the trees smell after the rain.
I will grow a heart, so strong, that hospitals will take tuesdays off.
If I ride uphill, I will eventually… get to ride downhill. That’s how it works. If I ride, my breath will fill the air. Instead of smoke and car exhaust.
If I ride, road rage will turn into laughter.
And I won’t be a boy, or a girl. I will just be a rider.
If I ride, I can wear spandex… like Spiderman.
And the planet will cool down, and survive, and thank me for riding with flowers, and glaciers, and fireflies, and snow days off from school.
If I ride, I will be strong.
I will change tires myself.
If I ride, I will only use oil on my chain… and oil tankers will haul chocolate milk.
This is my poem to biking.
http://www.peopleforbikes.org/
http://www.resourcefulthinking.org/poem-to-biking#words
É PROIBIDO MEDITAR NO PISO DOS TRENS
Esse tumblr sempre abandonado, não tenho tantas coisas interessantes para colocar aqui então escrevo pouco, talvez daqui alguns anos eu re-leia o que escrevi e isso tenha valido algo…
…Ontem devido ao convite da @tami_mark fui andar de bicicleta com o pessoal do sócopé para Paranapiacaba, acordei cedo no domingo (as 6:10) e andei pelo metro subi a Teodoro Sampaio e peguei o metrô Clinicas (aos domingos pode ir de bicicleta no metrô a qualquer horário) de lá fiz uma peregrinação Paraíso/Sé/Belém.

Do metrô fui encontrar o pessoal na bicicletaria RVSBIKE (um lugar muito legal onde provavelmente eu levarei minhas bicicletas para serem tratadas)
Encontrei a Tami lá e uns amigos dela, e partimos para a estação Mooca de trem, outra coisa que nunca tinha feito andado de trem, o trem ficou ensaiando para partir e finalmente partimos, antes de chegar na estação final fizemos uma troca de trem porque por algum motivo aquele trem não iria até Rio Grande da Serra.
Em Rio Grande da Serra é que começamos a pedalar, não antes de ir na padaria onde o pão na chapa é amanhecido, o caminho não foi muito difícil mas pegamos chuva e frio…
…gosto de pedalar no frio e na chuva é impressionante como não cansa…

…Quando chegamos em Paranapiacaba não dava para ver nada de tanta neblina, foi uma pena porque nem deu para conhecer a cidade, acho que volto uma outra vez lá pelo expresso turístico.


Comi minhas maçãs e fiquei conversando com o pessoal dentro da minha capa de chuva bem quentinho. Não demorou muito a voltamos pelo mesmo caminho, mas bem mais rápido que na ida. Da estação Tamanduatei voltei para casa com muita água e sujeira no corpo e um sorriso no rosto. Espero ir em mais pedaladas em grupo, se souberem de alguma me avisem!






